O tempo muda, transforma, mas não cura nem resolve, necessariamente.
Não se estende, nem é recuperado nunca.
Dá-nos a hipótese de aprender alguma coisa mas nem isso é certo.
Não interessa o que será de nós depois do tempo passar. Os entretantos, esses sim, são tão ou mais importantes - todo o tempo deve contar.
E, por isso, nunca me ouvirão dizer – “vais ver que com o tempo...“
Os efeitos positivos da passagem do tempo manifestam-se selectivamente – mais orientados para os que se esquecem ou que não teimam em recordar ou reviver.
Não esperar pelo tempo, e ter alguma sorte pelo caminho.
Não se estende, nem é recuperado nunca.
Dá-nos a hipótese de aprender alguma coisa mas nem isso é certo.
Não interessa o que será de nós depois do tempo passar. Os entretantos, esses sim, são tão ou mais importantes - todo o tempo deve contar.
E, por isso, nunca me ouvirão dizer – “vais ver que com o tempo...“
Os efeitos positivos da passagem do tempo manifestam-se selectivamente – mais orientados para os que se esquecem ou que não teimam em recordar ou reviver.
Não esperar pelo tempo, e ter alguma sorte pelo caminho.
As maravilhas do flash...

O tempo é uma invenção, esses catálogos de passado e futuro pouco importam...tudo é devir. já não o é a nossa caducidade (e a certeza dela). coisas e pessoas que façam bem à pele e à disposição, por exemplo, são de grande benefício. ;)
ResponderEliminarDeixa cá pensar quem é que me faz bem à pele... ;)
ResponderEliminarO tempo é um lugar vazio que se habita.
ResponderEliminarDe certeza que queres falar sobre isto, m? Estou em ponto de rebuçado para discorrer sobre isto...
Não era mote para debate, não :P
ResponderEliminarBem me parecia. ;)
ResponderEliminarE agora com a vossa licença, vou ali ver o Chunking Express. :)
ResponderEliminarOu Chungking Express. :P
ResponderEliminarjovens, vão mas é dormir.
ResponderEliminarok, mãe.
ResponderEliminarequidistantes, os jovens...
ResponderEliminarHum hum.
ResponderEliminarSerá que o tempo altera os sentimentos? Ou limita-se a adormecê-los? Dizem que "coração que não vê, coração que não sente". Será que o deixar de gostar é assim tão simples? Esquecer não depende só de nós.
ResponderEliminarFaz-me confusão essa ideia de perder tempo. Ainda gostava de saber o que isso é. Acho que conseguimos aprender sempre qualquer coisa com isto, nem que seja a controlar emoções e desejos mais recônditos.
Não esperar nada, ou gerar qualquer tipo de expectativa deve ser a chave para resolver isto tudo, mas para isso era preciso não sentir. Enfim, é algures entre estes paradoxos que vamos (sobre)vivendo. Aguardar, ir aguardando ou fingir que não se aguarda qualquer coisa, com a certeza que durante esse processo estamos sempre a fazer qualquer coisa. Mesmo que não seja nada de mais ou conscientemente.
Isto é, ou deveria ser, um processo demasiado solitário, mas faz-se sempre com alguém no pensamento. Estamos sempre sozinhos, embora sempre acompanhados. Adormecemos e acordamos acompanhados, mas a cama está vazia. É esta realidade crua que nos acompanha a qualquer momento, nesta luta entre a razão e a emoção.
O "entretanto" é um espaço de tempo entre um passado e um futuro. É um presente indesejado. O passado existirá sempre, o futuro é uma construção mental que se baseia em perspectivas (ir)realistas) e que nos ajuda a amortecer a queda. Só isso. E daí podem nascer mais desilusões ou frustrações. Ou não. O tempo dirá, o sacana.
(sim, estou com demasiado tempo livre por aqui)