Eu podia falar da primeira parte, falar d'Os Golpes, dizer que estão cada vez melhores, que me agrada desde sempre aquele som inspirado nos idos de oitenta, que foi bom ver que ainda me lembrava das letras de cor. Mas isso não era nada, porque o que se seguiu foi magnífico. Não é só a voz do vocalista que notamos. É tudo, a presença em palco, a forma como os instrumentos abraçam a música. A forma como a música sobe e nos invade. A forma como essa invasão desperta, em contínua terapia pelo som. Foi curto, mas é impossível que não fique na memória.
Melómanos e sonhadores, pois.


Já ouvi dizer que foi bem bom. Nunca explorei a coisa em condições...
ResponderEliminarwatercolour effect? goes with our background ;)
ResponderEliminarEu pessoalmente adoro a voz do tipo, podia estar o concerto inteiro a cantar sem instrumentos, com aquela intensidade libertadora, mas sempre afinada, que para mim já me chegava ;)
Serviu para compensar aquela coisa morna de Sexta-feira à noite.
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