Forgive/Forget


Há filmes assim, com os quais não conseguimos empatizar minimamente, apesar da qualidade excepcional dos actores. Não é o nosso mundo (nem quotidiano nem mental). Não foram escritos a pensar em nós.

Mas depois há um ou outro momento/imagem/diálogo que justifica o bilhete. Não saímos do cinema com o filme na cabeça mas com qualquer coisa, subprodutos…

Is it better to forgive or to forget?
Is it possible to forgive while forgetting?
Is it possible to forget without forgiving?
Do we really want to forget, have moments of numbness, blindless?

Or do we want to be more ambitious, forgive without forgetting, move forward taking with us the whole color spectrum, sufficiently large to carry all past memories and future possibilities?

Comentários

Mensagens populares