Caro amigo,

Há momentos em que volto àquela personagem do livro do Grossman – que se sentia como um manequim de alfaiate que o amigo vestia e embelezava tornando-a, aos seus olhos, mais virtuosa do que ela era na verdade.


A ideia de poder ser metade daquilo que tu vês, ou de me veres como o dobro daquilo que eu sou (não sei bem), é algo que me comove, profundamente.

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