Do Cosmos

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Fotograma de The Tree of Life


Malick não perde neste filme a dimensão poética que o anima. Nisso é um mestre, na capacidade narrativa do eu, perdido na introspecção. Assistimos ao filme, como já assistíramos ao poema-limite que é  A Thin Red Line, olhando de dentro para fora com os pensamentos a verterem luz. Vêem como é fácil rasgar o limite do piroso? Foi isto que me desgostou nesta árvore da vida, não obstante aquelas frases, tantas, e aquele olhar, todo, que me poderia ter saído de dentro.

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