A Thin Red Line
Há qualquer coisa na narrativa inicial de (Blake) Lively que nos prende ao mesmo universo idílico e primitivo dos filmes de Malick, como se estivéssemos perante um monólogo descritivo de qualquer coisa primordial: impulsos, sensações, modos de estar. Uma espécie de coisa perfeita e protegida, profunda, interior. Há um trio amoroso funcional (muito bonito, by the way) e um sistema underground e independente, fluido e bem organizado, que se vê repentinamente ameaçado e envolvido em espirais de violência e dominação (selvagem?). Rede de produção e tráfico de cannabis ou outra coisa qualquer, não é mais que uma teatral fábula de Stone sobre o eterno jogo de rendição ou resistência. Tudo se desfaz para se recriar de novo. Não será essa a essência da vida?
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| Fotograma de Savages |
n.a: O trabalho de imagem é muito bom. A banda sonora também. 3 estrelas.

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