 |
| Fotograma de Night Moves |
Depois de ter durado uma semana ou duas em cartaz, acabei por ver Night Moves sentada no sofá. Atravessa-o a mesma sensação de outros filmes de Kelly Reichardt, aquela de que atrás da luz há uma sombra, sermos felizes e desolados, anjos e demónios ao mesmo tempo. Old Joy, esse pequeno exercício de autor com Will Oldham em depressão contida por banhos no bosque, já era assim. E aqui, neste activismo a três também o vejo. Reichardt tem nos dois, um traço e uma voz em que a natureza é mãe. Acho que não nos devíamos esquecer disto, também nós somos filhos.
Et pour cause.
Comentários
Enviar um comentário