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| Fotograma de Paterson |
Fui ver Paterson sem nada saber sobre o filme porque era do Jim Jarmusch. E um filme a crescer dos amores e do imaginário do Jim Jarmusch, já sabemos,
enche-me sempre as medidas. Voltou a acontecer mais uma daquelas epifanias pessoais, íntimas, particulares, como as que acontecem quando a meio do filme alguém lê
o teu poema favorito de um dos teus poetas favoritos, ou quando se exprimem as pequenas coisas que sabes serem a exacta medida da poesia, aquele limbo dos dias, leve pairar entre interioridade e abstracção, que nos ajuda a chegar à verdade do mundo.
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