Coisas Que Nos Salvam
Retomei recentemente a minha obsessão por escritores do Sul dos EUA, decidindo-me a completar a leitura do Truman Capote, ao qual voltei com dois livros que comprei no ano passado sem nada saber sobre a relação entre eles, a sua ordem cronológica ou afinidade.
Olhados ambos na estante, escolhi ler primeiro In Cold Blood e deixar para depois o Music for Chameleons, por instinto ou hesitação. Terminada a leitura do primeiro, pego agora no segundo percebendo que se sucedem no tempo sendo o prefácio deste último sobre aqueloutro. São estas pequenas sincronias cósmicas que me confortam intimamente quanto ao sentido e à ordem subjacente às coisas, no meio do aparente caos. É como a Verdade: nem sempre se vê ou se quer ver, mas está lá.


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